Pesquisa sobre Metodologia SENAI de Educação Profissional é aplicada nas unidades do RN

6/10/2020   14h22

A Pesquisa Nacional de Apropriação da Metodologia SENAI de Educação Profissional está em aplicação entre gestores, coordenadores pedagógicos, professores e alunos das unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Norte. A pesquisa é realizada a cada dois anos, nas unidades do SENAI em todos país, para identificar o nível de apropriação e aplicação da metodologia.

 

 

Os questionários, que este ano é aplicado por meio online, deve ser respondido pelo diretor regional, a gerência de Educação, os diretores de unidades, os supervisores pedagógicos, docentes e alunos. Com isso, após a tabulação e análise é possível verificar o alcance e aplicabilidade da Metodologia SENAI de Educação Profissional, principalmente se está beneficiando aluno.

 

 

 

 

“O SENAI é reconhecidamente uma referência nacional e internacional na formação profissional para a indústria. Como tal, vem desenvolvendo um importante papel na profissionalização dos brasileiros, contribuindo, dessa forma, para o progresso do país”, explica a assessora técnica do SENAI/RN, Triana Fernandes de Albuquerque, que é a interlocutora e coordenadora regional da Metodologia SENAI de Educação Profissional no Estado.

 

 

Ela destaca também que em um processo de melhoria contínua e manutenção do alinhamento entre as demandas do mundo do trabalho e a Educação, o SENAI desenvolveu sua própria metodologia, atualmente chamada “Metodologia SENAI de Educação Profissional (MSEP), originalmente denominada Metodologia SENAI de Formação Profissional com Base em Competências (1999).

 

 

“Ter o processo formativo elaborado e desenhado em conformidade com as necessidades da indústria é extremamente importante, mas transpor o currículo escrito para o currículo aplicado, esse é o maior desafio da proposta metodológica criada pelo SENAI. E é isso que a Pesquisa Nacional de Apropriação da MSEP busca verificar”, acrescenta Triana Albuquerque.

 

Por Aldemar Freire – jornalista FIERN